Pavilhão do Brasil em Veneza exibe brasileiros e estrangeiros

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Sob curadoria de Luis Pérez-Oramas e André Severo, o pavilhão brasileiro da 55ª edição da Bienal de Veneza (01/06 a 24/11/13) abrigará a exposição “Dentro/Fora”, composta por obras dos artistas brasileiros Hélio Fervenza, Odires Mlászho, Lygia Clark (1920 – 1988), do suíço Max Bill (1908 – 1994) e do italiano Bruno Munari (1907 – 1998).
O título da mostra faz referência a um objeto de grande relevância para a arte moderna e contemporânea brasileira, a fita de Moebius – estrutura estudada por August Ferdinand Moebius, em 1858, que serviu de articulador para a obra “O Dentro é o Fora” (1963), de Lygia Clark. Foi a partir deste objeto que Lygia entendeu a razão completa de sua obra. Dividida em dois ambientes, a exposição traz uma sala protagonizada pela fita de Moebius e um ambiente composto por 35 obras inéditas criadas por Mlászho e Fervenza especialmente para a exposição.
Mlászho apresenta em Veneza duas novas séries, intituladas “Pontos Cegos Móveis” e “Vozes nas Cortinas”. Ele também mostra oito “Livros Cegos”, criados durante a semana que antecede a exposição. Fervenza, exibe a instalação “(peixe,sombra) dentrofora (do céu da boca) d’água ( , )” e uma escultura de fios metálicos.
Curada por Massimiliano Gioni, a 55ª Bienal de Veneza recebe o título de “O Palácio Enciclopédico” e propõe-se a indagar sobre o domínio da imaginação. Além dos 88 pavilhões nacionais, o evento conta com uma mostra principal composta Poe obras de 150 artistas de 37 países, entre eles os brasileiros Tamar Guimarães, Paulo Nazareth e Arthur Bispo do Rosário (1911 – 1989) .

Fonte: Mapa das Artes

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