Artista Plástica Maria Bonomi abre exposição em Madrid

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Maria Bonomi (Meina, Italia, 1935) es uno de los núcleos fundamentales de la sólida tradición del grabado en Brasil. Hija de padre italiano y madre brasileña, se radica en São Paulo en 1946, y pasa a engrosar el nuevo movimiento abstracto que se gesta a finales de la década de los 50 en la excolonia portuguesa, en cuyo seno también se incluye a Fayga Ostrower, Roberto de Lamonica, Edith Behring o Anna Letycia.

El Círculo de Bellas Artes acoge una muestra dedicada a las xilografías y matrices de grabado de Maria Bonomi, quien desde el comienzo de su carrera halla la veta que oxigena su vocación en el trabajo sobre madera: en el proceso que implica la materialización de esta técnica, el surco le desvela a esta artista la honestidad formal, ofreciéndole el instrumento para construcciones más poderosas.

Organiza:
Secretaría General Iberoamericana
CBA

HORARIO
de martes a sábados de 11:00 > 14:00 y de 17:00 > 21:00 domingos y festivos de 11:00 > 14:00 lunes cerrado

 

Sobre a Artista

Maria Bonomi nasceu em Meina, Itália, de pai italiano e mãe brasileira. Radicou-se em São Paulo, onde fez vários cursos de pintura, desenho e gravura com Yolanda Mohalvi, Karl Plattner, Lívio Abramo. Na década de 50, na Columbia University, Nova Iorque, estuda artes gráficas com Hans Muller e História da Arte Comparada com Meyer Schapiro. Obtém bolsa de estudos no Pratt Institute, Nova Iorque, onde trabalha com Seong Moy e Fritz Eichenberg entre outros.

Em 1956, realiza mostra individual no Museu de Arte de São Paulo; na década de 60, funda com Lívio Abramo o Estudio Gravura, em São Paulo, tradicional centro de formação de numerosos artistas contemporâneos, que funcionou até 1964.

Bonomi é um dos mais expressivos nomes da gravura brasileira, campo no qual adquiriu reconhecimento internacional. Entre outros, recebeu em 1965 o Prêmio de Melhor Gravador da VIII Bienal de São Paulo; em 1968, o Prêmio de Gravura na V Bienal de Paris; e o Prêmio de Gravura da VIII Exposição Internacional Ljubljana, modalidade xilogravuras; em 1971, Prêmio de Aquisição na IX Bienal de mesmo nome, culminando em 1983 com o Prêmio Internacional de Gravura, modalidade litografia.

Tem trabalhado ainda como pintora, figurinista e cenógrafa, setores nos quais conquistou dezenas de prêmios, valendo destacar o Prêmio de Revelação de Cenógrafa e Melhor Figurinista com a peça “As feiticeiras de Salém” de Arthur Miller. O Prêmio Revelação dado pela APCT – Associação Paulista de Críticos Teatrais, se repete nos anos de 1962, 1965 e 1967. Em 1965, recebe o Prêmio Molière como melhor cenógrafa da peça ” A megera domada”, de Shakespeare.

Desde 1975 realiza numerosos painéis em concreto, de grande dimensões, como os do Saguão do Maksoud Hotel e do Banco Sudameris do Brasil, as fachadas laterais do Esporte Clube Sírio e do Edifício J. Riskallah Joye, todos em São Paulo, e em Santiago do Chile, os painéis do Banco Exterior da Espanha.

Maria Bonomi realizou várias exposições individuais no Brasil e no exterior e tem coleções em museus como o Museum Art (Nova Iorque), Museu do Vaticano (Roma), Museu Bezelel (Jerusalém) e Museu de Arte Moderna (São Paulo).

Texto publicado no livro Integração das Artes, editado pelo Memorial da América Latina, em 1990, na pág. 111.

Fonte: Circulo de Bellas Artes de Madrid

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